Saudações leitores! O Rock na Urêia tem o prazer de propagar este grande evento, que sem sombras de dúvidas será muito importante para tatuagem potiguar e os seus.
Igor Aragão grande profissional na arte da tatuagem, realizará nos próximos dias 9 e 10 de junho o 1º UNDERGROUD TATTOO, que será no Complexo Cultural de Natal (antiga penitenciária) a partir das 10:00 horas; Lá estarão reunidos tatuadores de todo o estado, mostrando e valorizando seus trabalhos. Como já falado na primeira matéria aqui no blog, Igor vendo certas desvantagens que acontecem nos grandes eventos de tatuagens - boa parte aqui no RN - resolveu abrir espaço e priorizar nossos artistas. Resumindo, será um show de arte no que se fala de tatuagem. Todos estão convidados a prestigiar este grande movimento artístico! A entrada custa só 1kg de alimento não perecível ou 5,00 R$, valor pequeno diante de tantas atrações que recheará o evento, entre elas: workshops sobre FREE HAND, TEBORI e outros, tendo também atrações como roda de capoeira e DJ para animar o público.
Então galerinha, tem nem como não ir! Vamos todos prestigiar a grande arte que é a tatuagem do nosso estado.
O Rock na Urêia apresenta mais uma banda obscura da cena Prog Hard, que invadiu o começo dos anos 70.
Power-trio alemão formado em 1969 por Ringo Funk (bateria e vocais), Michael Koch (guitarra) e Gunnar Schafer (baixo). No mesmo ano a banda Jeronimo, subiu à posição número 1 em quase toda a Europa com seus dois primeiros sucessos “HE YA” and “NA NA HEY HEY” (entre 69/70).
Em 1970 junto à banda Steppenwolf, excursionam com grande êxito através da Alemanha, neste mesmo ano, participam do lendário “Progressive Pop Festival” em Colônia. A seguir, dividem as manchetes com outros grupos da época, como Deep Purple e Golden Earring, em vários festivais ao ar livre europeus.
Neste mesmo ano, juntamente com Creedence Clearwater, apresentam o álbum Spirit of Orgaszmus, que foi sucesso por toda a Europa.
Em 1971 a maior performance de palco do Jeronimo foi em Lausanne pela Unicef, evento televisionado para o mundo todo.
Em 1972 lançam Time Ride (lançado também no Brasil na época), já experimentando mais com outras fórmulas, a partir daí, a banda foi perdendo o pique e o sucesso passou a não acompanhá-los mais como em seus primeiros dias e o fim chegou em 1973. Ringo Funk tocou posteriormente no Atlantis, junto com os antigos membros doFrumpy.
Álbuns:
Cosmic Blues (1970)
01. News
02. The Key
03. Hands
04. So Nice to Know
05. Na Na Hey Hey
06. Let the Sunshine in
07. Highjack
08. Number 5
9. No No No
10. Never Goin' Back
11. The Light Life Needs
12. Heya
Jeronimo (1971)
01. Sunday's Child
02. Shades
03. Reminiscenses
04. How I'd Love to Be Home
05. End of Our Time
06. Understanding
07. Silence of the Night
08. Hugudila
09. You Know I Do
10. Kind of Feelin' (Bonus)
11. Save Our Souls (Bonus)
A todos aqueles que não conhecem, eis aí, mais um power-trio injustiçado.
O rock na Urêia traz pra vocês uma grande banda do Rock Progressivo, o nome escolhido? Nada mais simples do que YES, mas de simples essa banda tem só o nome, pois como é de característica dos integrantes da banda o virtuosismo e o clima cósmico oferecido juntamente com melodias complexas e cheias de variações torna o Yes uma banda de nível muito elevado, tanto criativamente como tecnicamente.
A banda se formou no ano de 1968 em Londres e mostrava a sua influência musical com pitada de folk, música clássica e o dinamismo do jazz. A formação inicial do Yes tinha Jon Anderson (voz), Chris Squire (voz, Baixo), Peter Banks (guitarra), Bill Bruford (bateria) e Tony Kaye (teclado). Umas das várias marcas registradas da banda são os belos vocais do Jon Anderson juntamente com o apoio do baixista Chris Squire, a complexidade dos arranjos desenvolvida por Squire também chama a atenção. O primeiro álbum, intitulado apenas como YES, foi lançado em 1969 seguindo a onda da época que era o psicodelismo, porém apresentando alguns elementos do que viria pela frente. Seu segundo trabalho foi o Time and a Word de 1970, mais sofisticado e mais característico usando outros elementos, como orquestrações, por exemplo.
No terceiro album The Yes Álbum de 1971 junto com ele o guitarrista Steve Howe vem junto, virtuosíssimo, trazendo mais momentos de complexidade extrema, com maior peso na guitarra e no baixo, e grandes passagens de bateria. O Yes já tinha certa notoriedade e faz sua primeira turnê norte-americana (abrindo para o Jethro Tull). O seu tlecadista deixa a banda nesse momento e entra em cena uma lenda, Rick Wakeman, tecladista fora do comum com sua forte presença de palco e seus “brinquedos”. Essa formação, Anderson, Bruford, Howe, Squire e Wakeman é considerada a melhor e mais marcante, embora tenha durado cerca de um ano, que produziram o que para muitos são os dois melhores álbuns do Yes - Fragile e Close to the Edge.
Logo em seguida sai outro clássico batizado como Fragile momento da banda que se firma mais no progressivo, recheado de clássicos, como "Roundabout" e "Heart of the Sunrise", além do fato de que das 9 faixas, 5 são desempenhos individuais de cada um dos membros! A mais marcante delas é "The Fish" de Chris Squire, onde todos os riffs, seção rítmica e sons de fundo são de diferentes distorções do baixo.
Close to the Edge chega e logo é aclamado, com apenas três longas faixas e um Rick Wakeman tocando seus teclados de forma impressionante. A turnê de 1973 é registrada no triplo vinil Yessongs e por mais uma mudança no line up com a entrada de Alan White ocupando o lugar de Bill Bruford. Depois de Tales from Topographic Oceans (de 1974, um álbum duplo com 4 músicas - 1 por lado do vinil) foi a vez de Rick Wakeman deixar a banda, dando lugar a Patrick Moraz. Relayer de 1975 é gravado, com um som mais voltado pro jazz. Mais um clássico!
Wakeman volta em Going for the One (1977) e Tormato (1978). Drama (1980) é o único disco do Yes sem Jon Anderson nos vocais sendo substituído por Trevor Horn (vocal e guitarra) e Wakeman por Geoff Downes (tecladista) e ambos ex-Buggles ("Video killed the radio star"). O resultado final foi fraquíssimo, e a banda se desfaz.
O Yes volta ao auge em 1983 com seu álbum 90125 e seu grande hit "Owner of a Lonely Heart", com Jon Anderson e Tony Kaye de volta, e o guitarrista sul-africano Trevor Rabin. O Yes revivido lançou álbuns relativamente bem sucedidos nos anos 80 e 90 (sempre com mudanças na formação): Big Generator (1987), ABWH (1989), Union (1991), Talk (1994), mas nenhum desses chega perto do som genial dos anos 70.
Em 1996 o velho Yes está de volta com sua formação mais clássica com Rick Wakeman e Steve Howe de volta a banda. A banda lança um disco ao vivo chamado Keys to Ascension, CD duplo ao vivo, com os velhos clássicos do Yes seguido por Keys to Ascension II, trazendo mais clássicos ao vivo da banda. Em novembro do mesmo ano sai o "Open Your Eyes", trazendo um Yes tentando recriar um pouco da atmosfera da época do "Big Generator", e contando com Jon Anderson nos vocais, Steve Howe nas guitarras em geral, Chris Squire no baixo e Alan White na bateria, juntamente com Steve Porcaro, Igor Khoroshev e Billy Sherwood nos teclados - este último atuando também na guitarra e nos vocais.
Em setembro de 1999 a banda lançou mais um álbum, "The Ladder", que conta com a mesma formação do trabalho anterior. Saíram em turnê mundial – passando pelo Brasil. Em 2000, lançaram um novo disco: "House Of Yes", gravado ao vivo no 'The House Of Blues", no final de 1999. E em 2001 sai um grande disco,Magnification mostrando que a banda ainda é criativa depois de uma longa discografia e várias mudanças no seu line up! Um Disco magnífico com destaque para todas as músicas principalmente a lindíssima “In the presence of”, sem Rick Wakeman. Nos anos seguintes a banda segue em atividade e volta a lançar um novo álbum de estúdio em 2010 com o vocalista Banoit David e Oliver Wakeman.
Se você ainda não conhece essa grandiosa banda de Rock Progressivo, o Rock na Urêia apresenta o Yes com um clássico absoluto da banda, esperamos que tenham gostado da matéria, comentem!!! See you in front at Gates of Delirium!!!
Fala galera! Então, lançando essa notinha pra dizer que enfim saiu o novo trabalho do LED ZEPPELIN(χυμεία3); Jimmy Page após várias tentativas conseguiu autorização de Robert Plant para lançar as músicas que eles gravaram para o novo CD, o lamentável de tudo isso é que não terá turnê para divulgação do novo trabalho, que foi disponibilizado a partir do meio dia de hoje 05/03/2012, pelo site oficial:http://ledzeppelin2012.com/, e o Rock na Urêia faz questão de noticiar em primeira mão, deixo abaixo o novo o clip, saboreiem a vontade:
Muitos não conhecem o IRON MAIDEN de 1969, formado em ESSEX(Inglaterra), com a seguinte composição: Barry Skells (baixo/vocal), Steve Drewett (voz e harmonica), Chris Rose (guitarra) e Alan heaker (bateria).
Em 1966 acontece a primeira mudança e entram na banda, Sten Gillen (bateria) e Tom Hoats (guitarra base) e em 1968 entra Graham Esgrove(guitarra solo), nessa época a banda se chamava: BUM, e no final de 1969 muda o nome para IRON MAIDEN, troca também o baterista que passa a ser Steve Chapman e é com essa formação que eles assinam um contrato de risco com a GEMINI RECORDS, lançando o compacto FALLING/NED KELLY, que segue uma linha de som progressivo psicodélico e fazem uma pequena turnê pela Austrália.
A música Falling chama a atenção principalmente pelo baixo sempre cavalgado e por alguns riffs de guitarra, ainda em 1970, o baterista Paul Reymounds retorna a banda e eles lançam mais 2 compactos RITUAL e LIAR, a boa repercussão dos compactos faz com que a banda cresça mais e mais tendo aberto para bandas como THE WHO e AMEN CORNER.
Em 1972 com um disco pronto encerra misteriosamente suas atividades, a única coisa que se sabe a respeito dos músicos é que o guitarrista TREVOR TOMAS, passou pelo HAKWIND onde o baixista era nada mais nada menos que LEMMY KILMISTER(Motorhead), e o baixista BARRY SKELLS, tocou com uma banda conhecida como ZIONS. Steve Harris certa vez falou que alguém com um inglês com sotaque diferente ligou para ele em 1976 ameaçando processá-lo por usar este nome.
Em 1998 sai em CD a coletânea chamada MAIDEN VOYAGE, pela gravadora HI-NOTE MUSIC, que classificou o som da banda como: ARCHTYPAL DOOM METAL, conta com todos os compactos lançados incluindo as músicas da época em que a banda se chamava BUM, no encarte do CD aparecem uma cópia do contrato deles com a GEMINI RECORDS, e alguns cartazes de shows, assim como fotos e ingressos das apresentações, provando que eles surgiram bem antes que o IRON MAIDEN atual.
Curioso esse Iron não? Bom pessoal é isso, o Rock na Urêia tem satisfação em trazer esses tipos de curiosidades esquecidas no planeta ROCK.
Quem tem medo do Rock’n’Roll? Talvez a pergunta mais adequada fosse: Porque ter medo do Rock’n’Roll? Já perceberam que, quando se fala nesse tal rock as pessoas (me refiro as mais donas da verdade) dizem que não conseguem ver sentido em se ouvir tal fonte de barulho e ruídos ensurdecedores? E completam de forma generalizada: “-Vocês não entendem nada do que eles estão falando!” tudo bem, algumas pessoas sofrem com dificuldades em aprender outras línguas, são algumas! Mas só isso não resolve a monstruosa problemática. Acho tal comentário um tanto vago e meio limitador, talvez essas pessoas não percebam como esses “malucos” gostem de uma coisa se elas (os donos da verdade) não conseguem compreender absolutamente nada no meio a tanto barulho, está aí, um dos motivos dessa crítica vazia, digamos assim. Eles acham que suas limitações valem para todo mundo que estar ao seu redor e que são incapazes de lidar com “o outro”- o desconhecido como a Antropologia coloca, Também acho que um comentário tão pobre não dá conta para se explicar um universo – que é assim que deve ser visto o rock.
Paremos para pensar um pouco. Será que esse bizarro monstro é o causador de todas as mazelas do mundo? Será que foi ele que colocou no poder o governo militar com sua ditadura tão opressora quanto desnecessária? E as faladas drogas? Que parece que foi os The Beatles, Elvis Presley, Pink Floyd dentre outros que as criaram, só pra citar alguns. Isso tudo por causa do velho e bom lema: ”Sexo, Drogas e Rock’n’Roll!”. Acho que não. Vamos destrinchar esse lema. Sexo, quem na sua vida adulta não gosta? Temos várias músicas no universo Rock’n’Roll que fala sobre, mas nada tão banal como os “Enfincas” e outras pérolas que circulam por ai. As drogas, nunca foram exclusivas do rock, mas se insistirem nesse ponto dizendo que eles (os donos da verdade) nunca usaram drogas, mas precisamos lembrar que o álcool também é droga tão ou mais nociva quanto à maconha, por exemplo. Ainda sobre esse tema, o rock apenas não se escondeu atrás de cortinas e máscaras para esconder seus vícios e hábitos.
Viajando aqui nos meus pensamentos, lembrei-me de um episódio que ocorreu comigo há exatos 10 anos (quando eu tinha meus 16 anos de fúria e planos para dominar o mundo), eu estava assistindo a um vídeo (queria hoje que tivesse sido no PC Video Bar, hehehe) de uma banda que não me lembro no momento e meu pai, com sua sabedoria (in)falível disse: “Meu filho! Eu também já ouvi muito disso, isso vai passar, é só uma fase!”. Sempre quando eu me lembro desse momento, hoje em dia com os meus 26 anos, penso: “êta fase difícil que não passa nunca!”. Sei que para muitos (como foi pro meu amado pai) foi apenas uma fase, que quando para “ser” “rebelde sem causa” você tinha como premissa “ser” “Rockeiro” porque “Rockeiro” é contra tudo e contra todos. Uma pena para essas pessoas. O Rock’n’Roll, como foi dito antes, é um universo, e como no nosso Planeta Terra, você precisa estar nele para poder sentir, seja lá o que for. No Rock’n’Roll, ou você sente ou você não sente, então retomando o pensamento do começo do texto, talvez você não domine 100% de uma língua estrangeira que o seu Rock favorito seja feito, mas você sente aquilo entrando pelos seus ouvidos, percorrendo suas veias e indo descansar na sua alma!
Olá leitores! Em primeiro lugar a equipe do Rock na Urêia gostaria de agradecer a todos os patrocinadores e colaboradores do evento Rock na Urêia em excesso nas pessoas de Igor Aragão( Aragão Tattoo), Carlinhos ( Comercial Luz), seu filho Thallis ( Thallis água) e Adriano Dio ( Records), o nosso MUITO OBRIGADO, vocês foram vitais para a realização do evento!
Não podemos esquecer a equipe de segurança que desempenhou um excelente trabalho, OBRIGADO FERAS, vocês estão de parabéns! Ao pessoal do bar, que desenvolveu um atendimento eficiente e honesto, Parabéns meninas do bar!
Lembrar também da equipe do Som, por ter nos deixado a vontade e pela qualidade do trabalho desempenhado! Sem esquecer da direção e equipe do Clube Albatroz, por nos receber tão bem, desde o início até o término do evento!
Agradecer as bandas: INTERCEPTTOR pelo seu Heavy Rock cativante, ao FULLSION que como sempre agradou geral com seu repertório recheado de clássicos do Rock’n’Roll e ao Rock Vapor por abrir a noite!
Por fim nos agradecimentos, a nossa razão de desenvolver tal trabalho: O NOSSO PÚBLICO! Pode parecer Clichê, mas VOCÊS foram à razão de tudo isso, fizemos o evento para vocês! O NOSSO MUITÍSSIMO OBRIGADO PELA PRESENÇA DE TODOS VOCÊS!!!
A noite de Sábado (28/01), foi o primeiro passo na cidade do Natal para um tipo de evento voltado para o Rock’n’Roll, que promove além do entretenimento com segurança e conforto para o público, várias surpresas. a proposta do Rock na Urêia é essa, promover um ambiente digno de se ouvir um bom rock. Então galera, fiquem atentos para mais novidades, promoções e muito Rock and Roll, aqui no rock na Urêia!!! See you!
Durante o mês de Junho, Igor Aragão um dos melhores profissionais de tatuagem do estado, promoverá o primeiro Underground Tattoo Potiguar, que como o próprio nome sugere, pretende valorizar os tatuadores potiguares de um modo geral, sem excluir ninguém, pois durante muito tempo na profissão ele mesmo já participou de várias convenções muitas delas aqui no RN e tendo percebido que muitos dos seus colegas ficaram de fora, Igor se preocupou sempre em saber os reais motivos e percebeu que os valores cobrados estavam sempre fora da realidade da grande maioria, por isso resolveu fazer um evento que caberá no bolso de todos eles, portanto o preço sugerido para cada stand será de 300 R$, que ele acredita ser um valor justo. O evento terá como entrada para o público 1kq de alimento não perecível, outro diferencial já que nas convenções por aí a fora sempre é cobrado o valor da entrada.
Cartaz do evento
Como vocês podem ver Igor é um grande visionário que se preocupa apenas em melhorar o universo dos tatuadores do estado, e falando em valorizar será oferecido aos profissionais que estiverem no evento vários work shop por exemplo: BIO SEGURANÇA, que será ministrado pela própria vigilância sanitária, outro sobre técnicas do TEBORI e ainda sobre FREE HAND o que torna ainda mais barato o preço por stand. Teremos ainda outras atrações para atrair o público como: RODA DE CAPOEIRA e um DJ que fará a trilha sonora durante todo evento.
Melhor do Evento de Recife em 2011
É dessa forma que Igor Aragão pretende promover um intercâmbio artístico entre os tatuadores como também valorizar a arte da tatuagem para todo público presente que como falei anteriormente contribuirão com apenas um 1kq de alimento não perecível e assistirão um verdadeiro show de arte, como esta a esquerda, um exemplo de vários prêmios que Igor já conquistou nacionalmente durante sua carreira.
A pedidos, o endereço do Aragão Tattoo fica situado na Av: Bernardo Vieira nº 1865 – B, piso superior, em frente ao Tendas Bar, fone: (84)3213 – 1698.
O Rock na Urêia bateu um papo super agradável com a galera da banda Fullsion, um excelente grupo de rock natalense, que manda ver nos palcos, surpreendendo e arrastando mais e mais admiradores como nós, e por isso decidimos falar aqui no blog um pouco sobre essas feras.
O início se deu por parte de dois integrantes, o Josean (guitarra e vocal) e Matheus (bateria), logo em seguida se juntou a eles o Emerson (baixista) que já era amigo de Josean do tempo de escola e André Pinheiro (guitarra) que veio por indicação de um amigo em comum com a banda o “Pastor” (Thiago Berto). O grupo se chamava Rota 66, fazia alusão a Route 66(estrada mais famosa dos EUA), fez seu primeiro show em 28/01/2007, logo em seguida, por achar um nome já manjado, decidiram mudar para Fullsion, idéia inicial da banda, que seria fundir a música de vários artistas dentro do rock, que iam de Elvis, The doors até Guns n roses, Oasis, entre outros, ou seja, uma completa(Full) fusão do rock, por isso o trocadilho no nome.
Em uma das apresentações da banda, Josean encontrou por puro acaso com André Valentim, um colega de coral, e já sabendo da qualidade da sua voz o convidou para ser o mais novo vocalista do Fullsion, estando até os dias atuais. Hoje a banda se apresenta constantemente em diversos locais com repertório mais virado para os anos 60 e 70, fazendo covers de bandas como Led Zeppelin, Deep Purple, Rush, Queen e muitos outros gigantes do rock.
André Valetim, Matheus, André Pinheiro, Emerson e Josean
Uma banda promissora com ótimas perspectivas para 2012, já que terá a conclusão da sua primeira demo com quatro músicas autorais, formada por excelentes músicos, que continua conquistando vários seguidores com muita humildade e competência, parabéns, é disso que o rock precisa hoje em dia. E falando em parabéns, queria só lembrar que o Fullsion estará comemorando seus cinco anos neste sábado dia 28, no evento do Rock na Urêia, vamos TODOS prestigiar porque vale muito a pena. Valew galera.
Obs: E na próxima semana entrevista quentinha com os integrantes da banda.
Dentro da teoria da conspiração que envolve supostas mortes de diversos artistas misteriosamente, vou falar sobre aquele que mais me intriga(James Douglas Morrison, mais conhecido como Jim Morrison). Nasceu na cidade de Melbourne na Flórida, em 8 de dezembro de 1943, e faleceu em 3 de Julho de 1971, foi cantor, compositor e poeta.
Vocalista e autor da maior parte das letras da banda norte-americana The Doors, embora Robby Krieger também tenha escrito algumas com Jim como Light my fire.
Jim era filho do almirante George Stephen Morrison e Clara Clark Morrinson, ambos funcionários da marinha americana. Seus pais eram conservadores e rigorosos, toda via Jim acabou por tomar para si pontos de vista completamente antagônicos aos que lhe foram ensinados, ainda jovem participou do escotismo, tornou-se um descobridor interessado em explorar vários caminhos e sensações diferentes, seguiu uma vida boêmia na Califórnia, lá frequentou a UCLA, formando-se em cinema. Dormia em sofás, telhados, andou por Veneza devorando livros e lendo muitos poemas, quando Ray Monzarek(tecladista) o convidou para formar um banda de rock (The Doors), juntaram-se a eles Robby Krieger(guitarrista) e John Desmore(baterista).
O nome da banda originou-se do livro The Doors of perception de Aldous Huxley, que por sua vez foi inspirado em um poema do século XIV de William Blake(In the doors of perception were cleansed, every thing would apper to man as it is: infinite) ao todo os Doors colecionaram 9 discos de estúdio, contando com três pós morte de Jim.
Em Paris, 3 de Julho de 1971 numa banheira, aos 27 anos de idade encontrou a morte(a quem sempre procurava) e ainda de forma misteriosa, pois seu corpo foi testemunhado apenas por seis pessoas, após este fato todos viram o caixão já lacrado, o que aumenta mais o mistério, outros ainda dizem que Morrinson vive em anonimato. Muitos biógrafos especularam sobre a causa da morte, que teria sido por overdose por uso de heroína, embora Jim não fosse conhecido por consumi-la, e sim sua esposa Pamela Courson fazio-o(morreu de overdose em 1973), pois é sabido que nesse verão ela percorreu Paris a procura de heroína de uma pureza invulgar, outra hipótese seria o assassinato planejado pelas próprias autoridades do governo americano, que temiam seus discursos. Morrinson foi referido como o 4º artista a morrer misteriosamente, tendo sido os três primeiros: Jimi Hendrix, Janis Joplin e Brian Jones, todos mortos aos 27 anos. O relatório oficial diz que a causa da morte teria sido ataque cardíaco.
Jim Morrinson está sepultado no famoso cemitério de Pére Lacheise, em Paris, devido a atos de vandalismos de fãs, foi por várias vezes sugerido a transferência dos restos mortais para os EUA, que por sua vez não o aceita de volta. Tudo isso talvez ocorreu por Jim Morrinson ter sido um grande gênio incompreendido. Diante de tudo que foi dito, ficam as perguntas se ele realmente morreu e de quê?
Deixei de trilha sonora uma das obras mais perfeitas em minha opinião dos Doors, e que combina muito com o texto.
Olá galera, o Rock na Urêia traz para vocês uma matéria sobre uma das lojas de artigos Rock/Metal mais emblemáticas de Natal: RECORDS.
O Rock na Urêia bateu um papo junto ao proprietário da RECORDS, Adriano (conhecido como DIO) numa tarde agradável ao som de um bom Heavy Metal.
Fundada a mais de uma década, A RECORDS é referência quando se fala em artigos do universo Rock/Metal. Com um grande acervo de CD’s e DVD’s, como também camisetas das maiores bandas do planeta. A RECORDS também dispõe de acessórios como: braceletes, cintos, relógios e jóias para piercing, e ainda trabalha com encomendas de jogos e acessórios para PS3.
Outro serviço da RECORDS é a REACORDS TATTOO, que tem no comando o Tatuador Luiz Cláudio, que está em parceria com o proprietário Adriano desde o começo da loja exercendo um ótimo trabalho com todos os parâmetros de higiene exigidos
No seu vasto acervo de CD’s e DVD’s podemos encontrar uma sorte de artistas e bandas que vão desde o Punk Rock até o Black Metal, são em boa parte, artigos importados, aqueles adorados pelos colecionadores desse fantástico universo – podemos dizer que “colecionador” é o perfil do público consumidor da Loja ROCORDS. Já que as pessoas que curtem esse mundo Rock’n’Roll fazem questão de ter os discos originais dos seus artistas e bandas preferidos.
Adriano, em nome da RECORDS, também já trabalhou de produtor de eventos Rock’n’Roll na nossa Cidade do Natal. Amante do Heavy Metal, já produziu vários eventos nessa vertente como Natal Metal Fest, Undergroud Metal Fest e por muitas vezes trazendo bandas de renome nacional como Krisiun e Toture Squad. Como muitos Natalenses, ele curte e apoia a cena local, dando espaço para as bandas da terra mostrarem seu trabalho.
A RECORDS também funciona como Selo Musical e já lançou CD’s de bandas como Deadly Fate e Comando Etílico ( tais itens serão sorteados em nome da Loja RECORDS no evento Rock na Urêia dia 28/01). Outro serviço bem legal que a loja desenvolve é promover excursões para grandes shows de grandes bandas no Nordeste ( Recife, João Pessoa e principalmente Fortaleza). A RECORDS foi destaque em termos de excursões no ano de 2009 com a vinda do IRON MAIDEN na turnê SOMEWHERE BACK IN TIME a cidade do Recife/PE, levando a maior quantidade de ônibus para o show.
O Rock na Urêia tem o prazer em contar com a colaboração de Adriano junto com A RECORDS que cedeu gentilmente dois Cd’s e Duas camisetas para sorteio no evento Rock na Urêia! Obrigado Adriano.
Então é isso galera, pensou em CD’s, DVD’s, camisetas e acessórios do universo Rock/Metal qualidade, uma ótima opção é ir conferir os artigos na Loja RECORDS que se encontra na AV. ULISSES CALDAS 169, 1º ANDAR CENTRO.
TELEFONES PARA CONTATO: (84)3091-1991/8803-9599/2010-0610
É com muita felicidade que o Rock na Urêia divulga nosso primeiro evento oficial! Muito rock n roll, muita birita e sorrisos, com as bandas: Rock Vapor, Intercepttor e Fullsion que por sinal estará comemorando seus 5 anos!
Sorteios de vários brindes e cerveja baratinha. Vale muito apena conferir, a entrada é um valor simbólico de 8,00 R$, olha só galerinha, diante de tantas atrações e mimos, tá de graça!
Contamos com a presença de geral nesse evento, e não vale dizer não!
Acontecerá no Clube Albatroz, pertinho da Praça Cívica no bairro de Petrópolis, a partir das 21:00 horas, ingressos no local.
Desde já o grupo Rock na Urêia agradece pelo apoio do Studio Aragão Tattoo, da Records, do Comercial Luz, do Salão Maluco Beleza, das bandas envolvidas e claro de todos nossos leitores e seus acessos, que já passam dos 1.800, essa força toda em prol do nosso bom e velho rock n roll! MUITO OBRIGADO.
Os melhores cantores nem sempre são aqueles que têm a melhor técnica, e sim os que passam maior variedade de emoções em suas músicas. ROBERT PLANT É UM CANTOR DESSA ESTIRPE. Tecnicamente esta longe de ser perfeito, já desafinou muitas vezes, desenvolveu calo nas cordas vocais e quase perdeu a voz, mais poucos estão no mesmo nível. Quando se considera quanto emoção Robert Plant é capaz de extravasar ao cantar, gemer, sussurrar ou até em falar, nesse sentido ele está muito acima de outros vocalistas como: David Coverdale ou Dio, que são excelentes em suas técnicas, mais limitados quanto a gama de emoções e sensações que transmitem em suas músicas.
Quando ganhou fama como vocalista do Led Zeppelin, Plant chacoalhou o mundo com seus gritos, uivos e gemidos nunca ouvido antes na história do rock n roll.
Com sua voz como quem sobrevoava a pesada base rítmica do baixista Jonh Paul Jones, e pelo baterista Jonh Boham, e disputando atenção dos solos e riffes do guitarrista Jimmy Page, Plant extravasava adrenalina, paixão, virilidade e acima de tudo luxúria, seus gritos agudos em músicas como: Imigrant song, praticamente o tornaram um deus do trovão, enquanto seus gemidos sexuais desavergonhados em Whole lotta love o faziam parecer uma messalina de calças, muito justas ao mesmo tempo foi versátil e mostrou seu lado romântico, perdidamente apaixonado, saudoso, intimista e desesperado em músicas como: Since I've been loving You, Going To California e muitas outras, isso sem mencionar que imprimia caráter épico e místico em músicas como: The battle of evermore, Kashmir e Achilles last stand.
Após o fim do LED ZEPPELIN, devido a morte do seu baterista, Plant não parou de mostrar versatilidade em sua carreira solo, recuperou apenas parte da sua voz perdida após seu problema nas cordas vocais, mais ainda assim continua durante décadas encantando uma legião de fãs, tudo devido a intensidade de emoções que coloca em cada verso cantado. E não para de surpreender ao procurar novas sonoridades para sua música, não se prendendo aos clichês do rock e do pop, mais também sem dispensá-los quando ajudaram a compor boas canções.
ROBERT PLANT TEM SIDO MEU VOCALISTA FAVORITO A 36 ANOS SEGUIDOS.
Desde de quando ouvi pela primeira vez em 1976, ele demonstrava tanta intensidade em cada verso cantado que foi impossível não ser afetado por tal catarse, sei que ele falha em muitos quesitos técnicos e isso é visível em várias apresentações ao vivo, desde o tempo do velho LED, mas é o tipo de cantor que mesmo quando desafina vergonhosamente leva qualquer um ao delírio, com a autenticidade dos seus gritos, que vêm do âmago da alma, eu sei é piegas falar em âmago da alma, mais é a melhor descrição da técnica de ROBERT PLANT, uma técnica que é uma não técnica, porque despreza todas as regras do canto, é um grito ou um gemido que exprime suas emoções e desejos extravasando sem controle, quase como se fosse uma terapia do grito primal.
É por isso, e só por isso que ele foi considerado pela 19º vez em sequência, o melhor vocalista de rock que o mundo já viu e ouviu. É a ele que dedico o ano de 2012.